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O coletor é um processo leve que roda dentro da rede do hospital. Ele se conecta ao banco de dados, executa as consultas de coleta e envia o resultado para a plataforma por HTTPS. Toda conexão parte do coletor para fora. O hospital não abre nenhuma porta de entrada, não configura VPN e não dá à MedEmerge acesso à máquina.

O que fica no hospital, e o que vem do servidor

Na máquina do hospital fica apenas a identidade do agente: dois valores, public_id e agent_secret, num arquivo credentials.yaml. Todo o resto chega do servidor a cada minuto:
  • quais consultas rodar, e com que frequência;
  • o endereço e o usuário do banco;
  • a senha do banco, que o coletor guarda só em memória.
Por isso, mudar o que é coletado, ajustar um intervalo ou trocar a senha do usuário de leitura não exige mexer na instalação. A MedEmerge faz a mudança na plataforma, e o coletor a aplica no ciclo seguinte.

Dois ciclos de coleta

As frequências são combinadas com cada organização e configuradas pela MedEmerge.

Se a rede cair

Cada envio é gravado num buffer local antes de sair, e só é apagado quando a plataforma confirma o recebimento. Se a conexão com a internet cair, o coletor continua coletando, acumula os envios e os reenvia quando a rede voltar. Reenviar é seguro: a plataforma reconhece um envio repetido e não duplica o dado.

Quem enxerga os problemas

O coletor envia à plataforma o próprio registro de funcionamento (sem dado clínico e sem senhas), e a MedEmerge é avisada quando uma coleta falha ou quando o agente para de dar sinal. Na maior parte dos casos, o suporte diagnostica o problema sem pedir acesso à máquina do hospital.
Se a sua organização não pode manter uma máquina com Docker na rede interna, fale com a MedEmerge em suporte@medemerge.com.br. Há formatos em que o agente roda na infraestrutura da MedEmerge.

Próximos passos

Requisitos

Máquina, rede e usuário de banco.

Instalação

O passo a passo.